toque de debandada.

Perdemos a nossa gente nova porque estamos a ser friamente enganados por uma claque amoral, incompetente e inchada de soberba. Há qualquer coisa de infame numa política que não coincide com a justiça e com a procura do bem-estar das populações. A ilustração desta indignidade vemo-la todos os dias e atinge proporções insanas quando a juventude é assim dizimada por um Governo que a despreza ao ponto de a expulsar. “Pátria madrasta, país padrasto”, concluiu João de Barros, o das Décadas, numa frase tão lacónica como excruciante.

“Aqui não tenho futuro!” A frase possui a amplitude de um desígnio e o ferrete de uma insuportável amargura.

da crónica de Baptista-Bastos, aqui, no DN. Vale a pena ir ler.

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