Ao olhar para o País, José Gil sente que os portugueses “têm medo da vida deles; têm medo de desencadear vida neles; têm medo de ultrapassar uma regra, uma norma que possa ser para um risco e comportar um risco ou um excesso”. “Acho que se arrisca pouco em todos os planos e que se não se arrisca não se faz nada”, afirma.

Entrevista de José Gil ao DN, para ler apenas na versão impressa, ou e-paper.

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